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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou o Conselho da Paz durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. A estrutura visa consolidar o cessar-fogo na Faixa de Gaza e atuar em outros conflitos internacionais. Trump presidirá o conselho com mandato vitalício e poderes de veto em decisões, convites e exclusões de membros.
O conselho opera em três níveis. O Board of Peace ocupa o topo com autoridade financeira e estratégica. O Conselho Executivo cuida da implementação. Um comitê palestino tecnocrático administra Gaza durante transição. Países adquirem assento permanente com contribuição de US$ 1 bilhão. Mandatos regulares duram três anos sem taxa. Recursos ficam sob administração do presidente dos EUA.
Membros iniciais do Conselho Executivo incluem o secretário de Estado Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e Jared Kushner. Um general dos EUA liderará força de paz para desarmar o Hamas e ocupar Gaza durante reconstrução.
Cerca de 20 a 35 nações aceitaram convites enviados a líderes de 60 países. Confirmados:
- Arábia Saudita
- Argentina
- Bahrein
- Catar
- Egito
- Emirados Árabes Unidos
- Hungria
- Indonésia
- Israel
- Jordânia
- Paquistão
- Turquia
- Vietnã
- Adesões adicionais: Armênia, Azerbaijão, Belarus, Cazaquistão, Kosovo, Kuwait, Marrocos, Paraguai, Uzbequistão.
Noruega, Suécia, Eslovênia e França recusaram priorizando ONU. Ucrânia citou tensões EUA-Europa. Brasil, Canadá, China, Índia, Reino Unido, Rússia sem resposta formal.
ATENÇÃO
O governo brasileiro não emitiu resposta oficial ao convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para integrar o Conselho da Paz, lançado em Davos. O convite chegou via carta à embaixada em Washington para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trump confirmou o gesto em coletiva e afirmou que gosta do petista, prevendo papel importante para o Brasil.
O Planalto avalia detalhes do conselho, incluindo objetivos, condições de participação e critérios de decisão. Nos próximos dias, o Brasil consultará países com posições semelhantes em defesa de Gaza, como na Europa. Auxiliares alertam para risco de esvaziamento da ONU na mediação de conflitos.
Lula defende cessar-fogo imediato e Estado palestino desde o início da guerra em Gaza, em outubro de 2023. A participação no conselho pode chocar com essa linha, enquanto recusa gera tensão com Washington. Trump criou o órgão para supervisionar administração transitória de Gaza após plano de 20 pontos.
Outros convidados incluem Argentina, Canadá, Egito, Paraguai e Turquia. Argentina aceitou; Brasil permanece em análise. Cerca de 35 nações confirmaram adesão até o lançamento.
(*) Com informações das fontes: G1 Globo, BBC News Brasil, CNN Brasil, Gazeta do Povo, Agência Brasil, Reuters.
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O estatuto critica instituições internacionais por falhas passadas. Trump afirmou colaboração com ONU.
(*) Com informações das fontes geral: G1 Globo, CNN Brasil, Al Jazeera, BBC News, PBS NewsHour, Istoé, Exame, ABC 33/40, Reuters.
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